Ih, roubei o dia da Carol. Já que ela foi-se pra terrinha natal, fiquei eu, soberana Ministra, aqui no blog. A única mulher por alguns dias, hmmmm... Já me sinto Czarina! (não é à toa que meu apelido é Catarina - sim, a de Medici).
Essa terça-mochilão-usurpada tratará do exterior, mas não da ótica das Relações Internacionais, e sim da ótica dos Mochileiros mesmo. Quase um Guia 4 Rodas tantaproseano.
Quando estiver em Paris:
Evite os albergues de bairros como Montmartre, localizados na parte norte, prefira os da região mais central (Albergue MIJE). Pra quem viaja em grupos vale a pena alugar um apartamento (nas regiões mais residenciais e afastadas do centro). Escolha sempre locais perto das estações de metrô.
Falando em metrô, compre a chamada “Carte Orange”, é um bilhete que permite, semanal ou mensalmente, usar o metrô, ônibus urbano ou trem urbano quantas vezes lhe convier... Mas prefira caminhar, a cidade é plana, linda, cheia de detalhes, vale a pena o suor!
Se bater a fome, explore os supermercados. Comerá as melhores comidinhas pelos menores preços. Queijos, vinhos e bolachas maravilhosos! Se quiser uma refeição decente, coma num dos restaurantee Thailandeses perto do Hôtel de Ville (prefeitura). Também há pequenas padarias onde você encontra “paninis” grandes, com a Coca baratinha do supermercado, é mais que o suficiente. Se puder gastar um pouquinho, passe numa loja chamada Fauchon, compre um “macaron” e se delicie. Vale a pena. Ah, não deixe de comer em Montmartre o famoso crepe de Nutella.

Lugares imperdíveis que a maioria perde: Sim, sim, o Louvre é demais, o D’Orsay é estonteante, a Tour Eiffel é assustadoramente bonita, etc. Mas há pequenas jóias escondidas em Paris. A primeira delas é o Museu Picasso, num palacete onde o artista habitou por alguns anos antes de morrer. Tem obras de diversas fases do Picasso, além de mostras e exposições temporárias fantásticas. É intrincadamente escondido no bairro do Marais, que tem muuuuuito a se descobrir.
Ali na região, bairro tipicamente judeu, não deixe de comer um sanduíche de falaffel. Bem perto de lá, há o Museu de Fotografia de Paris.


Outra atração escondida é o Musée Rodin, que tem um jardim encantador e faz bem pra alma. Termine o tour corrente-minoritária passeando pelos jardins do zoológico e do museu de história natural de Paris.
E não pode faltar o clássico clichê: beba uma taça de champagne (ou no copo plástico mesmo) à beira do Seine, de preferência com alguém que você goste muito!
4 comentários:
Grande Musa...
Vc não viu nada com relação ao Cartier-Bresson qdo esteve por lá?
Não vi, mas não foi por falta de procura!!!
É que essa mostra fotográfico-jornalística estava ocupando o museu INTEIRO. Literalmente. Eram anos e mais anos de capas semanais dessa revista genial VU... Além das fotos e matérias mais marcantes. Eram salas e salas de exposição, coisa de mais de 100 anos!
Esqueceu de citar o Cemiterio Lafayette p/ ver as marcas de tiros na parede na ultima batalha entre os Comuna e os exercitos de Versalhes (alem de tumulos famosos). É praticamente o muro das lamentações de todo comunista que se preze hehehe
Isso não é lugar imperdível que a maioria perde!!! Bom, tenho cá pra mim que cemitérios e Paris é binômio indissociável hehehe
Se bem que não fui ao Père-Lachaise porque estava sozinha e fiquei com medo...
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